O Estado Novo cultivava o culto da ordem e do respeito. Cultivava socialmente uma dinâmica social de ordem e respeito.
Em 1964, Portugal concorreu ao Eurofestival da Canção com uma das músicas mais conhecidas e marcantes deste período - A Oração, cantada por António Calvário.
Esta nossa escolha está relacionada com os ideais que o Estado Novo, no seu esplendor e força tentava passar. A noção da ligação entre o Estado e a Igreja é determinante neste registo.
Em 1969, Simone de Oliveira canta a Desfolhada... Símbolo dos tempos marca uma ruptura social emergente na sociedade portuguesa... Era o início da Primavera Marcelista e acompanhava os movimentos sociais na Europa. Fica para a história o famoso "Quem faz um filho, fá-lo por gosto!" que tanto chocou a sociedade do tempo. Uma das estrofes passou na censura... que tal descobrirem e colocarem em comentário?
Embora esta música não seja analisada no nosso trabalho não a podemos deixar de recordar aqui.
Por último, e para termos noção da evolução dentro do Estado Novo, já sem Salazar no poder, o homem que ficaria para a História como aquele que cantou a senha da Revolução que os nossos colegas irão recordar cantava, em 1971, a Flor Sem Tempo. Uma das mais belas letras que já passaram pelo Festival. Esta escolha está relacionada com a forma como a Primavera Marcelista aparecia ao olhar da sociedade. Era o tempo de mudança e de esperança. Aqui fica o registo.
Em 1964, Portugal concorreu ao Eurofestival da Canção com uma das músicas mais conhecidas e marcantes deste período - A Oração, cantada por António Calvário.
Esta nossa escolha está relacionada com os ideais que o Estado Novo, no seu esplendor e força tentava passar. A noção da ligação entre o Estado e a Igreja é determinante neste registo.
Em 1969, Simone de Oliveira canta a Desfolhada... Símbolo dos tempos marca uma ruptura social emergente na sociedade portuguesa... Era o início da Primavera Marcelista e acompanhava os movimentos sociais na Europa. Fica para a história o famoso "Quem faz um filho, fá-lo por gosto!" que tanto chocou a sociedade do tempo. Uma das estrofes passou na censura... que tal descobrirem e colocarem em comentário?
Embora esta música não seja analisada no nosso trabalho não a podemos deixar de recordar aqui.
Por último, e para termos noção da evolução dentro do Estado Novo, já sem Salazar no poder, o homem que ficaria para a História como aquele que cantou a senha da Revolução que os nossos colegas irão recordar cantava, em 1971, a Flor Sem Tempo. Uma das mais belas letras que já passaram pelo Festival. Esta escolha está relacionada com a forma como a Primavera Marcelista aparecia ao olhar da sociedade. Era o tempo de mudança e de esperança. Aqui fica o registo.
4 comentários:
O vosso post está muito organizado e bem elaborado.
Bom trabalho para os restantes grupos
:D
Ass. Grupo C ESJF
Olá!
Muito interessante a vossa abordagem do assunto! Continuação de bom trabalho para todos!
Bjocas,
MJCosta
A ideia está muito interessante, pois temos é de criar maneiras de tornar-mos este projecto divertido e produtivo e nada melhor do que umas musiquitas (mesmo velhotas) :D
Será que a parte da estrofe que escapou à censura é :
"quem faz um filho
fá-lo por gosto." ??
Olá Ana Maria,
Não... Por acaso não é essa a estrofe...
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